Se tu tem uma micro ou pequena empresa e está começando com zero, ou muito pouco, dinheiro para investir, provavelmente já se questionou se deveria investir em branding sendo uma micro ou pequena e empresa e se perguntou: “por onde eu começo?”
Estamos aqui para te ajuda 😉
Existe uma ordem inteligente de investimento, que respeita o momento do negócio e coloca cada recurso onde ele traz mais resultado. É esse caminho que a gente sugere para todos os nossos clientes, e que vamos detalhar aqui, passo a passo.
Passo 1: comece pelo básico
Quando o caixa é curto (ou zero), o primeiro movimento é colocar o negócio para rodar. E isso envolve algumas frentes que dependem muito mais de atitude do que de orçamento:
- Trabalhar e criar relacionamento. Conhecer gente, conversar, ser lembrado.
- Marcar presença em eventos e lugares relevantes para o teu público.
- Entregar um bom produto ou serviço, porque nenhuma estratégia de marca sustenta uma entrega ruim.
- Abrir os primeiros clientes e começar a formar tua carteira.
- Falar para todo mundo sobre o que tu está fazendo. No início, a divulgação boca a boca é uma das ferramentas mais poderosas que existem.
Enquanto faz tudo isso, existe uma pergunta que precisa ser respondida com clareza:
Qual é o benefício central do que tu entrega?
Qual é a principal transformação que a tua solução gera na vida das pessoas?
Sim, duas perguntas! Mas a ideia é chegarmos na mesma resposta.
Quando tu sabe responder isso, a tua comunicação fica mais clara, a tua proposta fica mais fácil de vender e a conexão com o público melhora muito. E junto com isso vem outro ponto essencial: saber quem é o teu público-alvo. Sem isso, qualquer esforço de comunicação vira tiro no escuro.
Passo 2: invista na experiência do teu cliente
Agora tu já começou a criar relacionamento, já está vendendo e tem um bom produto. É aqui que vale começar a separar um pouco mais de dinheiro para investir na marca.
E o primeiro investimento que a gente recomenda não é logo, nem site, nem identidade visual. É a experiência do cliente.
Mesmo que a tua marca ainda não seja consagrada nem tenha um trabalho profundo por trás, uma boa experiência já gera percepção de valor, boca a boca e recompra. Algumas ideias, dependendo do que tu entrega:
- Se tu vende serviço ou projeto: um presente no fechamento, uma lembrança marcante, um gesto de surpresa que o cliente não esperava.
- Se tu vende produto: repensar a embalagem, incluir um mimo, uma cartinha, um detalhe que faça a pessoa se sentir especial.
São investimentos pequenos perto do impacto que causam. E têm uma vantagem: aprimoram a marca na prática, no momento em que o cliente mais está prestando atenção nela.
Passo 3: trabalhe a imagem e a narrativa da marca
Com a base funcionando e a experiência do cliente cuidada, chega a hora de olhar para a imagem da marca de forma estratégica. Aqui a sugestão é buscar uma empresa qualificada, como a Nossa Brand 😁, que te ajude a desenvolver a imagem e a narrativa que a tua marca conta, alinhando estratégia de mercado, estratégia de negócio e estratégia cultural.
Vale um alerta importante: se tu vai investir em branding, design ou comunicação, de qualquer forma, isso precisa trazer resultado. Precisa somar para o teu negócio. Não é sobre ter uma marca bonita, é sobre ter uma marca que trabalha a teu favor ($$).
Por isso, o investimento começa por uma boa contação de história. Isso significa entender:
- qual é a melhor forma de comunicar o que tu faz para o mercado;
- como é o mercado em que tu está inserido e como construir diferenciação nele;
- quais benefícios tu entrega, com clareza;
- qual público tem mais afinidade com a tua proposta e o que ele está pedindo;
- qual personalidade a tua marca quer criar.
E a pergunta que fecha esse raciocínio é: como a marca pode expressar tudo isso? A resposta é o resultado de um projeto de identidade verbal e visual: o jeito de falar e o jeito de aparecer.
Quando tu passa a ter isso, a marca ganha outra cara. Ela passa a parecer mais profissional, mais confiável e mais madura.
Passo 4: alinhe os pontos de contato da marca
Só que uma marca pronta não significa nada se não for colocada no mercado de forma assertiva. E é aqui que entram os pontos de contato: todos os lugares e situações em que a tua marca conversa com o teu cliente. Por exemplo:
- redes sociais
- site
- ponto de venda
- sacola e embalagem
- brindes
- flyer de divulgação
- anúncios patrocinados
- apresentação comercial
- atendimento ao cliente, comercial, suporte,…
Quais deles fazem sentido para ti depende do que tu já usa para divulgar o teu negócio.
E um recado importante para micro e pequenos empreendedores: nem todo esforço vale a pena.
Se tu tem muitos pontos de contato, vá com calma. Escolha os mais relevantes para a jornada do teu cliente: aquele com que ele primeiro se relaciona, o que mais chama atenção, o que mais pesa no processo de venda. Comece por eles.
Precisamos entender quais batalhas vamos trilhar. Escolher bem os canais em que vamos colocar força de verdade, esperando resultado, é fundamental.
Passo 5: confira se a casa está em ordem antes de ampliar
Antes de partir para ações maiores, vale uma checagem. Tu já tem:
- canais de comunicação alinhados com a marca;
- um bom atendimento ao cliente;
- um fator surpresa na entrega do serviço;
- um pós-venda pelo menos planejado;
- uma estratégia de captação madura;
- uma apresentação comercial que passa todas as informações relevantes no momento da venda?
Se a resposta é sim, está na hora do próximo passo.
Passo 6: crie ativações de marca
Ativação de marca é se colocar no mercado contando a tua narrativa, ao mesmo tempo em que faz a oferta do teu produto ou serviço, mas dentro do contexto da marca. Isso conecta com os territórios que a tua marca abraça, definidos lá no início do projeto de desenvolvimento de marca. Dentro desses territórios, tu faz ativações estratégicas, como:
- patrocínio de eventos;
- ocupação de espaços de divulgação;
- brincadeiras e ações com o público;
- qualquer iniciativa que faça o público se relacionar com a marca de forma alinhada à personalidade dela, ao produto e aos territórios que ela abraça, reforçando a narrativa que tu quer construir.
As redes sociais também fazem parte das ativações de marca. Já os anúncios patrocinados, tecnicamente, são uma ativação comercial. Mas, a partir do momento em que tu começa a investir para chegar a mais gente e se tornar mais conhecido, é extremamente importante que a marca esteja alinhada em todos os pontos.
Marca não é só o marketing: é a empresa inteira
E esses pontos não são só de comunicação. O teu produto, o teu serviço e as áreas de atendimento também são pontos de contato. A área de projeto precisa estar alinhada com a marca. A área comercial também. A logística também. Tudo precisa contar a mesma história.
Passo 7: tenha constância e respeite o tempo
Nada disso é um processo que acontece uma vez e acaba. Vários desses pontos precisam ser revisados continuamente, e precisam de investimento constante. E existe um fator que não dá para acelerar: o tempo. É ele que faz a marca chegar onde a gente quer.
O maior cuidado, aqui, é com a ansiedade. Querer as coisas “para ontem” é um dos jeitos mais rápidos de colocar os pés pelas mãos e botar tudo a perder.
Resumindo o caminho
- Comece pelo básico: relacionamento, presença, bom produto, primeiros clientes e clareza sobre o benefício central e o público.
- Invista na experiência do cliente.
- Trabalhe imagem e narrativa: estratégia, identidade verbal e visual.
- Alinhe os pontos de contato mais relevantes.
- Cuide de atendimento, pós-venda, captação e apresentação comercial.
- Crie ativações de marca nos territórios que a tua marca abraça.
- Tenha constância e respeite o tempo.
Seguindo esses passos, com um bom produto, uma boa experiência para o cliente, surpresas ao longo da jornada e investimento em comunicação e processos comerciais, o teu negócio vai longe.
Quer ajuda para saber em que passo o teu negócio está e qual é o próximo investimento mais inteligente? Vem conversar com a Nossa Brand.










